Fundamentos mantidos: cotações em Chicago seguem pressionadas pelo ritmo acelerado da colheita nos EUA e pelo avanço do plantio no Brasil.
China ausente: compras chinesas seguem paradas, o que pesa sobre os preços, ainda sem expectativa clara de retomada.
Câmbio: entrada de capital estrangeiro mantém o real valorizado em torno de R$ 5,30, pressionando as cotações.