Milho: Brasil e Argentina caminham para safra cheia, o que limita altas mais fortes; a demanda dá suporte, mas o tamanho da safra segue pressionando os preços.
Câmbio: o corte de juros nos EUA e a Selic em 15% fortaleceram o real, junto com uma correção após o estresse político;
Soja: a safra brasileira avança com risco de ajustes; mercado dos EUA está forte, mas as exportações continuam fracas, mesmo com compras pontuais da China.