Soja: Argentina deve seguir como a origem mais competitiva, e a China deve concentrar as compras lá em novembro, mantendo pressão nos prêmios.
Milho: preço segue em queda na B3, com pressão de Chicago e maior oferta argentina; mercado interno deve continuar travado.
Câmbio: agenda esvaziada, mas gesto de Trump a Lula anima; dólar tende a seguir abaixo de R$ 5,30 e Ibovespa com espaço para testar novas altas.