Grão Direto promove nova rodada de investimento e reforça sua liderança na digitalização dos negócios agrícolas na América Latina

 Em movimento inédito no setor, as tradings ADM, Amaggi, Cargill e LDC passam a ser sócias minoritárias da plataforma, avançando na formação de um ecossistema completo de negociação digital de grãos, contemplando entre seus investidores: produtores rurais, compradores, indústria, venture capital e instituições financeiras.

Uberaba, 03 de março de 2021 – A Grão Direto, maior plataforma digital de comercialização de grãos da América Latina, contará agora com Amaggi, ADM, Cargill e Louis Dreyfus Company (LDC) como novos investidores, juntando-se à Bayer, Lanx, Grupo Rendimento, Barn, além de outros fundos e investidores individuais, como grandes executivos internacionais e produtores rurais. Os quatro novos sócios participarão da terceira rodada de investimento promovida pela Grão Direto, que agregará mais de R$ 40 milhões à startup e permitirá acelerar a digitalização das negociações de commodities agrícolas, proporcionando à plataforma um verdadeiro salto em termos de volume, receita, alcance, liquidez, novos clientes e escala em todo o território nacional e, potencialmente, também em outros países. A operação anunciada hoje foi submetida para análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

A plataforma, que seguirá atuando de maneira independente, já registra hoje mais de 190 mil downloads de seu aplicativo e com avaliações amplamente positivas, o que é um diferencial no setor de agronegócios. Esse reconhecimento coloca a Grão Direto no mesmo nível de empresas de outros setores, reconhecidas por sua transformação digital e excelente experiência do cliente. Tudo isso indica o grande alcance e engajamento dos produtores rurais na adesão aos processos digitais. “A inovação faz parte do DNA do agricultor brasileiro. A mesma revolução digital já promovida ‘dentro da porteira,’ estamos fazendo junto com ele também fora da porteira!”, destaca Alexandre Borges, CEO da Grão Direto.

Em 2021, foram mais de 200 mil ofertas de compra e venda disponibilizadas por meio da plataforma. A companhia já atingiu a casa do milhão de toneladas em termos de negócios conectados digitalmente, atendendo diferentes públicos: desde pequenos fazendeiros até grandes grupos produtores, nos processos de venda; e pequenos granjeiros até grandes tradings internacionais, passando por cooperativas, fábricas de ração, revendas, corretoras e todos os demais perfis do agro, nas transações de compra. Nos dois últimos anos, clientes da plataforma em mais de 1.100 cidades diferentes registraram negócios conectados digitalmente e o faturamento da Grão Direto cresceu 15 vezes.

Dois dos novos sócios, ADM e LDC, já utilizam os serviços da Grão Direto e constataram na prática os impactos positivos da digitalização nos negócios. Amaggi e Cargill, além de investidores, também passarão a utilizar as soluções da Grão Direto, juntando-se às centenas de empresas compradoras de grãos já clientes da plataforma e podendo negociar com os milhares de agricultores em diversos estados que acessam diariamente o marketplace. “A tecnologia permite a democratização das inovações. Hoje, com a Grão Direto, um pequeno comprador pode usar a mesma plataforma que as maiores empresas do agronegócio do mundo utilizam e ambos propiciando um relacionamento digital amplo e em outro patamar com os agricultores, independentemente do seu tamanho”, complementa Borges.

 O grupo de investidores diversificado – combinando vários setores e perfis; as parcerias da Grão Direto – como o inédito acordo de conexão direta com a Bolsa de Chicago (CME Group); a amplitude de suas soluções ao longo de um processo de negociação 100% digital; e, por fim, os resultados e volumes já alcançados pela plataforma, colocam a Grão Direto como o mais promissor marketplace digital de grãos do mundo.

Esta terceira rodada de investimento consolida a visão da empresa de construir um ecossistema digital seguro ao redor das negociações de commodities agrícolas e de expandir ainda mais. A Grão Direto, que já contava com investidores estratégicos em suas rodadas anteriores, avança neste sentido com a entrada destas quatro novas empresas e o objetivo é seguir crescendo. “Assim como as bolsas de valores ao redor do mundo surgiram a partir da colaboração de diversos operadores de mercado, queremos seguir trazendo novos investidores estratégicos, sejam eles compradores, distribuidores, cooperativas, indústria e, obviamente, agricultores”, explica Alexandre. “O agro é muito diverso e queremos replicar esta diversidade aqui, reforçando nossa neutralidade, independência e inovação em prol de uma agricultura moderna no Brasil e no mundo”, ressalta o CEO.

A companhia já planeja novas rodadas de investimento nos próximos 18 meses e projeta uma potencial abertura de seu capital dentro dos próximos 5 anos, permitindo ao longo deste processo que os próprios usuários e clientes da plataforma se tornem sócios. “Nossos usuários são nossos maiores embaixadores, já estamos estudando formas de tornar possível, no futuro, que eles também possam ter seu pedacinho, ou seu ‘grãozinho’, nesta imensa lavoura de oportunidades”, explica Alexandre. 

O novo aporte permitirá acelerar este caminho. Os investimentos previstos incluirão crescimento ainda maior de seu time (que já quintuplicou de tamanho em 2021, passando de 15 para 75 profissionais), presença em todo o Brasil, ampliação do portfólio de produtos, desenvolvimento tecnológico para oferecer serviços de negociação ainda mais completos – incluindo produtos financeiros, além da ampliação dos serviços de dados e inteligência de mercado.

ESG

A sustentabilidade também é uma prioridade para a Grão Direto e a expectativa é que os novos sócios e a startup colaborem para impulsionar ainda mais as iniciativas sobre o tema.

Recentemente, a Grão Direto passou a disponibilizar em sua plataforma o “Selo de Práticas Mais Sustentáveis”, desenvolvido em colaboração com a equipe global de sustentabilidade da Bayer e que indica na plataforma quais agricultores estão utilizando práticas agronômicas mais benéficas ao meio ambiente. Além do selo, outros dados relacionados a ESG, organizados a partir de diferentes fontes — como órgãos governamentais e empresas de monitoramento e compliance — são utilizados para verificar, por exemplo, sobre apontamentos em lista de trabalho escravo e conformidade com outras diretrizes sociais e ambientais.

“A digitalização da comercialização de commodities agrícolas contribuirá enormemente para as ações de sustentabilidade, pois permitirá melhor rastreabilidade, automatizações e muito mais colaboração entre diferentes elos da cadeia ao redor das práticas de ESG. O futuro do agro é digital e sustentável e o Brasil pode ser protagonista nesta transformação do setor! Na Grão Direto, queremos ser um grande facilitador deste movimento”, finaliza Alexandre Borges.

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